quarta-feira, 6 de agosto de 2014


Amigos!

Neste sábado, dia 9 de agosto, vou cantar no Rio Rock & Blues, na Lapa - Rio de Janeiro. O show começará por volta das 23:30h, e estarei acompanhado da banda: Wiliam Belle na Guitarra, Bruno Chiozzo no baixo e Marcelo Werneck na bateria.
O show será de clássicos do pop e rock, nacional e internacional anos 60, 70 e 80.

Rio Rock & Blues / Rua do Riachuelo, n°20 - Lapa.
Tel: (21)2222-2334 a Entrada é R$ 20,00
http://www.riorockebluesclub.com.br/

Até la!
Abraços, 
Bernardo Barnes

terça-feira, 8 de julho de 2014

Blitzkrieg


Blitzkrieg
Acabou.

Encerra-se hoje, não o sonho de ser campeão por seis vezes.
Não a vontade de ser campeão de uma Copa no Brasil – ainda poderemos ter outra daqui a 64 anos.
Não a história de alguns jogadores na seleção brasileira.
Não a esperança das nossas crianças para daqui a quatro anos, na Rússia.

Acabou.

Encerra-se hoje - enterra-se com uma pá de cal - o fantasma que rondou o imaginário de muitas gerações, acerca da trágica final da copa de 1950, no velho Maracanã.

Acabou.

Encerra-se hoje o ciclo, o dezesseis de julho e o temor do Uruguai.
Não vamos mais ouvir falar de Ghiggia, Obdulio, Maspoli e Schiaffino.
As almas dos jogadores brasileiros daquela final estarão em paz.
Barbosa, Augusto, Zizinho e Ademir poderão descansar sessenta e quatro anos depois.
Inicia-se a passagem do bastão das tragédias brasileiras.

Acabou. Troca-se um Maracanazo, por um Blitzkrieg.

Acabou.

Um trator Mercedes Benz trucida o sonho brasileiro, inacreditável, imprevisível.
O choro do menino, o mesmo meu de 82, e do meu pai e meus tios de 1950, aperta o peito de quem o vê.
Não bastava uma eliminação, haveria de ser acachapante, para finalmente enterrar 50.
Os Deuses do futebol deram um empurrãozinho ao time alemão, para que nós não sofrêssemos novamente uma derrota final no velho, novo Maracanã.

Acabou.

Que as novas gerações saibam lidar com esse trauma e essa impressionante eliminação,
como a geração do meu pai soube, ao levantar a taça em 58, 62 e 70; e como a minha soube nas campanhas de 94 e 2002.

Acabou.


Vamos voltar à vida cotidiana, ao trabalho, à torcida pelos times de coração em nossos pobres campeonatos, que daqui a quatro anos tudo se renovará na próxima Copa da Rússia, menos a tragédia Blitzkrieg, de 8 de julho de 2014.  

quinta-feira, 12 de junho de 2014


Vou cantar e tocar com meu amigo Rodney Morelli na Percussão. Apareçam!

Estrada União Industria, 10.126 Loja 19 - Itaipava - Petrópolis/RJ
024 2222-6036

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Amigos,
neste domingo, dia 8 de junho,
participarei do Festival Solstício do Som, em Petrópolis.
O Festival está em sua em sua oitava edição e será realizado
na Praça Princesa Isabel - em frente à Catedral São Pedro de Alcântara.
O Festival acontecerá entre os dias 6 e 21 de junho, e contará com mais de 100
apresentações de música, dança e artes visuais.
O meu show será de músicas autorais, compostas por mim desde 1992
e está marcado para o domingo, dia 8 de junho, a partir das 19h.
O Festival é totalmente democrático e aberto ao público.

Conto com a sua presença!

Até lá,

Bernardo Barnes


sábado, 7 de dezembro de 2013

Mandela Day

Quase escrevi este texto há seis meses, achando que Nelson Mandela não resistiria a mais uma internação. Ficava imaginando se o mundo seria capaz de homenageá-lo à altura do que representa.
Esperei três dias após a sua ausência para perceber que tudo o que escreveram e mostraram na TV e Internet, está sendo muito pouco para o que Madiba fez pela África e pelo mundo.
Madiba é o pai da África, da negra e da branca.
Qual figura faria melhor que Mandela?

Semear a esperança, a tolerância e o respeito, em um ambiente de hostilidade e segregação, foi o caminho perfeito para minimizar os efeitos do racismo e da desconfiança.

A luta contra o Apartheid fez Mandela pagar um preço alto – sua liberdade.
O homem submetido ao confinamento não se deixou esmorecer, mesmo exposto às chagas do isolamento, intensificou seus estudos e traçou lentamente a brilhante estratégia que se iniciou com a sua libertação em 1990, e culminou com a primeira Copa do Mundo na África, em 2010.

Mandela que sim, buscou incansavelmente a igualdade entre as raças e entre os povos, nos deixa um legado sem tamanho, uma obra sem precedentes no que tange à integração humana.

Merecia sim, ser homenageado aos quatro cantos, pelos povos oprimidos e pelos opressores, pelos negros e pelos brancos.

Sinto-me honrado em ter visto a história ser escrita através das atitudes de Nelson Mandela.


Viva Mandela!  

domingo, 1 de dezembro de 2013

Nilton Santos

E a enciclopédia chegou ao seu último volume em 2013.
88 anos de história, muitos deles dedicados exclusivamente ao futebol.
Nilton Santos é desses que não vemos mais atualmente, ídolo de uma torcida – só vestiu as listras verticais em preto e branco, e claro, a camiseta da seleção nacional.
Nilton é um ícone do nosso desporto, visto que, a imensa maioria da população não o viu jogar(e eu me incluo neste contingente), porém, não tem dúvida alguma de sua capacidade e genialidade, como também é verossímil considerar outros gênios que não vimos, como: Domingos, Leônidas, Zizinho e Puskas, pois são pouquíssimas as imagens existentes desses craques.
Nilton – o melhor amigo de Garrincha,
Nilton – de quatro copas do mundo,
Nilton – bicampeão mundial,
Nilton – da falta que era para ser pênalti contra a Espanha,
Nilton – do Botafogo e do Brasil.

Nilton se junta aos amigos e primeiros campeões pelo Brasil:
Gilmar, Djalma, Orlando, Garrincha, Didi e Vavá.

Existe uma unanimidade entre os que viram Nilton Santos jogar:

Ele jogaria no futebol praticado hoje em dia.